Diego
“Como ela é gostosa!” Essa é a primeira coisa que penso
quando vejo Deborah deitada. Passei a língua nos lábios salivando de desejo de
sentir o gosto dela. A segunda coisa que percebi e que fez meu pau pulsar como
se tivesse vida própria, foi o caminho de pelos loiros em sua boceta carnuda.
Segurei o pé direito dela e beijei, logo fui beijando a
canela, panturrilha e a coxa. Quando cheguei na virilha dei um beijo mais
demorando e fui para o outro pé e dei a mesma atenção a sua perna torneada. Por
fim cheguei em meio as suas pernas e beijei ali, um beijo casto calmo e cheio
de desejo, ela gemeu baixo e abriu mais as pernas.
– Linda! – Falei mais para mim do que para ela. Hipnotizado
com a visão da bocetinha branca com aqueles pelos dourados e por dentro tão
vermelha, eu podia gozar só olhando para ela.
Não perdi tempo e passei a língua bem devagar pelos grandes
lábios, ela se contorceu, segurou minha cabeça com força e tentou reprimir um
gemido. Gemi junto com ela, sentindo aquele sabor almiscarado e único. Enfiei a
língua na carne molhada e cheguei ao botão de nervos já inchado e excitado,
beijei, lambi e mordisquei, a levando a loucura. Ela ficou louquinha tirando os
quadris da cama querendo mais, introduzir dois dedos em seu canal apertado, foi
o suficiente para fazer ela gozar, tremendo, apertando meu rosto dentro de suas
pernas e mordendo o lábio para não gritar.
- Por favor, Di. – Ela gemeu e arranhou minha cabeça.
– Por favor o que, minha Panterazinha? – Perguntei e subi
por seu corpo beijando cada pedacinho, cheguei a sua boca gostosa e ataquei com
vontade, beijei, mordi, chupei, tremendo de desejo. Não podia esperar mais,
tinha que entrar nela, logo. – Deb, vou entrar em você agora. – Disse pegando a
camisinha que havia deixado no criado mudo, rasguei o pacote e desenrolei no
meu pau tão duro como não lembro de já ter estado antes.
Passei a cabeça do meu membro nos lábios da bocetinha
gostosa e ela empinou o quadril cheia de tesão querendo que eu entrasse logo.
– Você pediu para que eu fizesse amor contigo, não foi? –
Ela assentiu parecendo incapaz de responder. – Responde, Deborah. – Falei com a
boca colada no ouvido dela e vi seu corpo inteiro se arrepiar. Adoro ver o
esforço que ela faz para falar, quando está cheia de desejo.
– Sim. – Ela fala e
mais parece um gemido.
– Então fica bem quietinha que vou fazer o que você quer, mas
vou fazer do meu jeito para não te machucar. – Percebo que o som ainda está
tocando e a voz de Armandinho cantando Desenho
de Deus chega ao meu ouvido. Encosto minha boca no ouvido da Deb e canto
baixinho:
Papai do céu na hora de fazer você
Ele deve ter caprichado pra valer
Botou muita pureza no seu coração
E a sua humildade fez chamar minha
atenção
Tirou a sua voz do própolis e mel
E o teu sorriso lindo de algum lugar do
céu
E o resto deve ser beleza exterior
Mas o que tem por dentro para mim tem
mais valor
Entrei nela aos poucos, me controlando para não entrar de
uma vez e machucá-la.
– Ahhhh, Deb. – Gemi quando entrei todo, beijando sua boca e
acariciando seu rosto. – Tão apertadinha e molhada para mim. – Disse nos lábios
dela.
Sempre gostei de sexo duro e rápido, só que alguma coisa
nela acionava um controle que eu nem sabia que tinha, só sabia que tinha que
ser devagar. Segurei seus quadris e comecei a mover bem devagar, sair quase
tirando tudo e depois entrei de uma vez. Encontramos nosso ritmo e nos movemos
juntos, numa sintonia perfeita.
- É tão bom estar dentro de você, Deb. Tão gostosa que não
quero que acabe. – Desde a primeira vez que ficamos senti que seria assim,
gostoso, intenso e que nos encaixaríamos perfeitamente. Tinha que ter certeza
que ela não queria só brincar comigo, afinal já tenho 31 anos, passei da idade
de me acomodar com uma mulher...
Meus pensamentos e meu controle foram para o espaço, quando
Deborah apertou meu membro dentro dela. E falou cheia de tesão:
– Ai, Di. É tão bom sentir você assim, dentro de mim... – E
parou de falar quando a beijei com força engolindo seus gemidos. Quebrei nosso
beijo e desci a boca para um mamilo pontudo, chupei com força e ela veio
gemendo meu nome alto.
– Isso, Deb. Goza no meu pau... Gostoso assimmm. – Dei mais
algumas estocadas nela e gozei forte. Cai deitado por cima dela, beijando,
abraçando, cariciando seu corpo, maravilhado com as sensações. Sai de cima dela
por tempo suficiente para tirar a camisinha depois voltei e deite puxando ela
para cima de mim. Ter ela assim deitada em cima de mim já virou rotina entre a
gente, quando não é deitada é sentada.
Abracei Deb, ela com a cabeça no peito e as mãos em meus
braços acariciando meus bíceps. Conheço-a há alguns anos e já saímos várias
vezes e não sabia que ela tinha uma tatuagem, estou muito curioso para saber o
por quê daquela escolha de desenho, acariciei suas costas e encontrei o local
exato onde está a tatuagem, são duas panteras, uma negra de olhos castanhos e a
outra branca de olhos azuis formando o símbolo do Yign yang, resolvi perguntar.
– Deb, agora explica essa tatuagem nas suas costas. Há
quanto tempo você tem ela?
- Fiz assim que completei 18 anos. Escolhi as panteras como
um sinal de liberdade, fui criada muito pressa cheia de regras e normas, mas
aqui apesar de ainda ter horário para tudo, pois Dona Goret e Seu Lineu eram
tão rígidos quanto os meus pais, eu me sentia mais livre, por ser um local onde
eu não conhecia ninguém. Cidade pequena pode ser um inferno. E o Ying yang como
sinal de equilíbrio. – Ela fala e dá uma risadinha.
- Achei linda. Mas porque os olhos com esse amarelo
parecendo dourado? – Aquilo me inquietava, fiquei pensando que poderia ser por
causa de algum homem e não sei ao certo o motivo, mas realmente não gostei
daquele pensamento mesmo que fosse um achismo.
Imaginar que ela podia ter um amor antigo e que esse uma hora apareceria para
reivindicá-la como aconteceu com a Anne, não era nada agradável. Tinha certeza
que a dor de um pé na bunda dado pela Deborah seria muito maior.
- Gosto da cor e achei que o dourado sobressaia melhor no
preto do que o prata do desenho original, que acabaria sendo branco se fosse
colocar na tatuagem. – Ela falou com muita segurança, mas mesmo assim ainda
fiquei com uma pulguinha atrás da orelha.
- Passa a noite comigo? – Ela disse meio incerta. Quebrando
os meus pensamentos, me fazendo concentrar nela.
– Você quer mesmo que eu fique? – Perguntei para ter certeza
que não era só fogo do momento ou educação, sei lá.
– Sim, mas só se você também quiser ficar. – Agora entendi a
incerteza, ela estava com medo que eu não quisesse.
Não respondi com palavras mas a beijei com vontade, ficamos
na cama nos beijando e acariciando. Depois de um tempo peguei a tigela de
brigadeiro que estava no chão. – Só tem esse brigadeiro? – Pergunto para ela
que esta deitada na cama do jeitinho que veio ao mundo. Parece tão desinibida.
- Tem outra tigela na sala e ainda tem mais na panela.
- Certo. Já volto. – Visto a cueca e saiu do quarto, busco
com os olhos a tigela, encontro no braço do sofá, a pego, vou a cozinha e
coloco mais brigadeiro nas tigelas e volto para o quarto.
Encontro Deb saindo do banheiro, vestida na camisola que
deixa pouquíssimo para a imaginação e pelo que percebo está sem calcinha. Deixo
as tigelas no criado mudo e vou em direção a ela. Laço sua cintura com as
minhas mãos e a puxo para mim, beijo seu pescoço e falo bem baixinho com a boca
colada no ouvido dela:
- Tira essa camisola e deita na cama de barriga para cima
com os braços atrás da cabeça e as pernas bem abertas. Agora é minha vez de
brincar com você. – Vejo que já está toda arrepiada e excitada só com a minha
voz, passo a língua na concha do ouvido dela e sinto seu corpo estremecer. Me
afasto dela e sigo para o banheiro.
Quando volto, ela está deitada do jeito que falei e levo um
tempo apreciando a vista. Os cabelos loiros estão emoldurando seu rosto que
parece um pouco envergonhado com o meu olhar. Só em olhar ela deitada da maneira
que pedi, já começo a ficar excitado.
Olho nos olhos dela e pego um pouco de brigadeiro com os
dedos, levo aos meus lábios chupando os dedos como ela tinha feito. Tiro o dedo
da boca e pergunto:
- Quer um pouco?
- Quero. – Ela responde, parecendo incapaz de uma resposta
mais elaborada. Pego um pouco de brigadeiro com os dedos e levo aos lábios
dela, ela suga meus dedos com afinco e a minha excitação só aumenta.
Retiro meus dedos da
boca dela e passo novamente no brigadeiro, esfrego em um seio sem tocar no
mamilo, repito o mesmo no outro, coloco meus dedos novamente nos lábios dela e
enquanto ela limpa cheia de tesão, eu sugo um seio tirando todo o doce até
ficar limpo. Sinto ela apertar as pernas juntas e sugo o outro seio, vou
passando brigadeiro no corpo da Deborah, chupando, lambendo e mordiscando cada
pedacinho até ela implorar que eu a penetre. Não faço isso imediatamente, pois
minha ideia é que a noite seja longa. E será.
*~*~*
Deborah
Abro os olhos e vejo o peitoral de Diego, a minha cabeça
encontra-se exatamente nesse local, beijo com carinho e admiração, quando mexo
o meu corpo percebo que estou deitada em cima do dele. O corpo dele todo
esticado sob o meu, as nossas pernas estão entrelaçadas. Ele está todo
delicioso e nu. Ontem à noite ou hoje de madrugada não sei ao certo, fiquei
super sem jeito quando ele pediu que eu dormisse sem roupa com ele. Ele me
explicou que e costume de criança de quando morava na Bahia, ele disse que lá
era muito quente e ele sempre tirava a roupa no meio da noite, quando veio para
cá a mãe dele tentou fazê-lo mudar isso, mas não conseguiu. Foi bem enfático ao
me dizer que sempre, sempre dorme pelado. Não gostei muito dessa informação,
pois pensei logo nele dormindo com outras mulheres e elas acordando e sentindo
a ereção matinal dele, que neste momento pressiona quente, grande e grossa na
minha barriga.
- E ele disse que não fica duro o tempo todo. – Penso alto.
- E não fico, pois não é sempre que tem uma mulher linda, me
fazendo de colchão. – Ele diz com a voz rouca e divertida.
- Pensei que você estava dormindo. – Digo e tento sair de
cima dele.
- Acordei quando você beijou meu peito. Essa sua boca é a
minha perdição. E não estou reclamando, adorei ser o seu colchão, sempre que
quiser é só me chamar. – Ele fala e me beija, virando meu corpo para a cama e
acariciando cada pedacinho de mim, retribuo na mesma medida e nos amamos mais
uma vez.
*~*~*
- Você é uma péssima influência. – Digo ao Diego assim que
olho o relógio e vejo que já são cinco e vinte.
- O que eu fiz? – Ele pergunta com inocência.
- Fez com que eu perdesse meu horário na academia. O Samuel
vai me matar. – Falo lembrando que do personal adora pegar no meu pé.
- Samuel? Que Samuel? Deborah, quero deixar bem claro uma
coisa. – Ele parou e sentou na cama, me puxando para que sentasse olhando nos
olhos dele. – Não vou dividir você. – Ele falou isso em uma voz tão baixa e
calma, que pensei que tinha ouvido errado.
- Respondendo a sua pergunta, Samuel, é o personal da
academia, faço aula com ele a mais de 3 anos e somos amigos. – De propósito
deixei de fora algumas informações: 1) O Samuel é muito bem casado. 2) Até onde
eu sei é fiel. E o 3) Ele não faz meu tipo. Muito bombado para o meu gosto. Mas
super amigo e sempre pega no meu pé quando eu relaxo um pouco nos exercícios,
ou quando falto sem “motivos fortes”, como ele diz.
- É só isso que você tem a dizer? – Ele fala cheio de
chateação.
- O que você quer Diego? – Pergunto, quero ouvir dele um
pedido de exclusividade, que eu já venho dando desde que nos beijamos.
- Não quero que você fique com mais ninguém. – Abro a boca
para falar que quero o mesmo, mas ele não deixa que eu diga nada e completa: -
Não fiquei com ninguém desde o nosso beijo na festa. Já sei que você é ciumenta
e além disso, no momento só quero você. – Ele fala e me puxa para o colo, me
abraçando e beijando na boca. Olho por
cima do ombro dele para o relógio no criado mudo e vejo que se continuarmos
assim vamos nos atrasar.
- Di, você realmente é uma perdição, vamos tomar banho ou
acabaremos nos atrasando. Minha primeira aula é às seis e trinta. – Falo já
levantando e indo para o banheiro.
- A minha começa às oito, e eu ainda vou em casa para
voltar. Não se preocupa eu te deixo lá.
*~*~*
Minha semana passa calmamente. Minha rotina é a mesma de
sempre, porém agora inclui Diego no final do dia. Todos os dias tentamos nos
organizar para esperarmos um ao outro e ele me levar até em casa. Algumas vezes
nosso horário não coincide, mas estamos sempre em contato. Ele está sendo uma
grande surpresa pra mim. Achei que ele seria mais do tipo de cara que guarda
certa distância depois que transamos, mas ele fez o contrário. Diego está mais
próximo e amoroso. Nesses últimos quinze dias depois que transamos, tivemos
oportunidade para repetirmos a dose apenas mais duas vezes, mas nessas duas
vezes Diego foi ainda melhor.
É estranho pensar que estamos juntos há pouco mais de um
mês, desde a festa. Eu sinto como se tivéssemos juntos durante muito mais
tempo. Principalmente na cama. Diego sabe como me tocar, me beijar, me excitar
e como me fazer chegar ao ápice. A última vez mesmo, foi de ver estrelas. Ele
simplesmente me fez surtar.
Como em outros dias, ele foi me levar pra casa e ficamos
conversando na frente do meu prédio. Eu o convidei para entrar, mas ele disse
que era melhor não. Insisti mais uma vez e ele novamente negou. Não voltei a
insistir, só que quando nos beijamos, o fogo entre nós chegou a um nível que
foi simplesmente impossível de suportar. Começamos a nos roçarmos e entre
beijos, caricias, gemidos e sussurros, acabamos chegando ao meu apartamento.
Ele mal entrou no apartamento, encostou-me contra a porta e já estava me
despindo.
Quando eu estava apenas de calcinha, ele me ergueu e
caminhou comigo até a cama. Ao me soltar no colchão, sua respiração era
acelerada e seu olhar era de um felino faminto.
- Deb, preciso me acalmar ou posso te machucar. – Ele
sussurrou no meu ouvido quando se deitou sobre mim, ainda vestido.
- Não quero você calmo, Di. Quero você forte, intenso e
dentro de mim. Agora. – Eu respondi em seu ouvido e ele gemeu.
Com as duas mãos forcei sua camiseta passar pelos seus
braços malhados e pela sua cabeça. Eu estava febril de desejo. Mesmo com o meu
pedido, ele diminuiu o ritmo e começou a se despir lentamente. Isso estava
acabando comigo. Quando ele ergueu parte do corpo para abrir o botão da calça,
aproveitei a distração dele e o virei para o lado, montando-o.
- Uau, acho que alguém está impaciente. – Ele brincou.
- Acho que alguém está muito lento. – Respondi a brincadeira
e rapidamente liberei sua ereção, tirando sua calça, cueca e sapatos em tempo
recorde, o deixando completamente nu. – Agora está melhor. O que vou fazer com
você, em Di?
Enquanto falava, engatinhei de volta para cima dele e me
acomodei de modo que o membro ereto, roçava entre minhas pernas. Se eu estava
excitada antes, agora que havia apenas minha calcinha nos separando, eu estava
em estado de ebulição.
Com muito carinho e firmeza, peguei seu pau entre as duas
mãos, coloquei uma camisinha e aproveitei para masturbá-lo, fazendo-o roçar em
minha vulva para meu próprio prazer, tirando gemidos, sussurros e palavrões de
Diego. Quando ele estava extremamente duro e eu não aguentava mais de tesão,
puxei minha calcinha de lado e introduzi seu pau todo de uma vez em minha
entrada, sentando sobre ele. Diego urrou de prazer e eu o acompanhei no grito
de êxtase. Meu interior foi forçado a se abrir rapidamente para acomodar a
largura enorme de Diego, e esse atrito foi simplesmente magnífico.
Após um instante para que meu corpo se adaptasse, comecei a
cavalgá-lo com afinco, até que não pude suportar e sucumbi ao prazer, gozando.
Diego veio, logo em seguida.
- Você não precisa mais ter medo de me machucar. – Falei
quando Diego voltou do banheiro, onde foi descartar a camisinha usada.
- Eu sempre vou me preocupar com você, Deb – Ele respondeu e
então sorriu com um olhar pervertido. – Só que agora quero o direito de
resposta.
- Nada disso... – Respondi brincando e sorrindo de volta,
dei um pulo da cama na tentativa de fugir dele, mas antes que eu chegasse até a
porta, ele já havia me alcançado e usando do seu tamanho e da sua força, ele
facilmente me prensou contra a parede ao lado da porta. Eu estava contra a
parede fria e com um negro alto e quente atrás de mim. Mesmo fingindo tentar
escapar, me derreti e gemi quando ele segurou minhas duas mãos na parede com
apenas uma das suas e percorreu meu corpo com a outra.
Eu estava nua e o contato de sua mão levemente áspera contra
minha pele ainda sensível, me deu arrepios e elevou minha libido rapidamente.
Porém minha libido explodiu quando Diego colou sua boca em meu pescoço e quando
chegou a minha orelha ele sussurrou em voz rouca:
- Você é tão gostosa que consegue me deixar duro em tempo
recorde. – Ele disse isso e lambeu levemente o lóbulo da minha orelha, dando um
leve assopro em seguida que fez os pelos do meu corpo de arrepiarem e eu dar um
gemido baixo. – Só porque você me deixa assim, agora vou abrir uma exceção e ao
invés de fazer amor com você, vou te foder.
- Di... – Gemi
- Vou te foder como você me pediu antes e eu vou te foder
com força. Você quer isso, Deb?
- Quero... – Sussurrei, incapaz de responder outra coisa.
Assim que ele me ouviu, sua mão livre foi em direção ao meu
seio e o massageou com força o suficiente para me fazer gemer, mas não ao ponto
de machucar. Ele dava atenção aos dois seios em igual intensidade e beijava meu
pescoço e nuca com vontade. Quando suas mãos abandonaram meus seios, eles
estavam vermelhos, quentes e muito sensíveis, eu não esperava que Diego me
pressionasse ainda mais até encostar os seios na parede fria. O contado do meu
corpo quente com a superfície fria me fez delirar, e o efeito foi intensificado
pelo fato que suas mãos desceram e estava fazendo pressão em meu clitóris.
Eu rebolei em sua mão e tombei meu pescoço de lado para lhe
dar o maior acesso possível. Nada, em toda a minha vida havia sido tão
excitante quanto Diego. Nunca fui santa, mas nas poucas relações sexuais que
tive, eu não cheguei a dez por cento dessa excitação.
- O que você quer agora, Deb? – Diego perguntou em meu
ouvido.
- Você... – Respondi.
- O que você quer que eu faça com você, Deb? – Ele perguntou
e pressionou ainda mais sua ereção contra a minha bunda. Instintivamente,
empinei e empurrei levemente.
Ele ainda estava me masturbando e agora esfregava seu pau em
minhas nádegas, claramente imitando o que eu havia feito com ele. Variando
entre pressionar sua mão mais forte em minha carne úmida e empinar para me
esfregar em seu pau, eu estava à beira de um orgasmo.
- Me responde amor. O que você quer que eu faça com você? –
Ele sussurrou novamente em meu ouvido. – Responde ou...
Ele começou a retirar a mão, mas eu o pressionei conta a
parede.
- Não, por favor. Só me come, não me tortura. – respondi
choramingando.
- Às vezes uma pequena tortura também pode ser uma forma de
prazer. – Ele respondeu e me virou, mantendo minhas mãos pressas acima da minha
cabeça e sem que eu esperasse, colou seus lábios nos meus de maneira
desesperada.
Eu tentava retirar minhas mãos de seu aperto, mas era
impossível. Queria tocá-lo e forçar seu pau a entrar em mim, só que eu não
conseguia fazer nada disso, pois ele controlava minhas ações e antes que ele
perdesse o controle, rompeu o beijo e com os olhos firmes nos meus ele ordenou.
- Quero você de quatro em cima da cama. Com as pernas bem
abertas. – Dito isso ele baixou minhas mãos e me guiou até a cama, só soltando
quando chegamos lá.
Postei-me como ele pediu e fui recompensada com sua boca me
beijando, chupando e lambendo nos meus pontos mais sensíveis. Gemi e empurrei o
quadril ainda mais pra trás. Quando senti meu orgasmo se formando, ele parou e
eu resmunguei. Diego apenas riu e acariciou minha bunda com uma mão, enquanto
rolava a camisinha com a outra mão. Com muita delicadeza encostou seu membro em
minha entrada, que agora escorria de excitação.
- Você sabe o quão maluco me deixa te ver assim? Ver a sua
boceta molhada e pingando por minha causa? Eu quase não consigo me controlar.
Ver sua bunda toda empinada pra mim e ter uma visão completa da sua boceta
rosada e de seu cuzinho apertadinho, me deixa a ponto de gozar.
Não, isso não pode acontecer, lembro de ter pensado. Então
fiz a única coisa que poderia para que ele não terminasse antes mesmo de
começar. Eu implorei.
- Diego, por favor. Me come. Estou te implorando. Me fode
agora. – Falei em alto e bom som.
- Oh Deb... – Ele gemeu e meteu de uma vez.
Gemi com a sensação do membro enorme dele chegando ainda
mais fundo dentro de mim. Eu sabia que ter ele assim, estando de quatro, seria
intenso, mas nada me preparou para o que veio a seguir. Ele realmente me fodeu
com força e eu simplesmente surtei. Nada se compara ao orgasmo que tive. Dizer
que vi estrelas é pouco, eu vi uma constelação inteira. Vi uma galáxia
completa.
- No que você está pensando? – Diego me pergunta, me tirando
do transe em que eu estava.
Sinto-me ficando vermelha da cabeça aos pés por ser pega
pensando em nosso sexo quente, enquanto o aguardava do lado de fora da
academia.
- Nada... – Murmurei
e olhei para o chão.
- Você estava pensando em sexo, Deborah? – Ele me pergunta
dividido entre divertido e incrédulo. – Oh meu Deus, eu criei um monstro.
- Diego... - Dou um tapa de brincadeira em seu peito e
viro-me de costas para ele, tentando controlar a vergonha e o riso que tende a
me fazer sorrir pra ele. Diego aproveita me abraça por trás beijando meus
cabelos.
- Vamos pra casa, sua pequena pervertida.
Seguimos até a minha casa de mãos dadas e conversando.
Paramos em frente ao meu prédio, abraçados nos beijamos como sempre fazemos
quando ele vem me trazer. Porém, desta vez foi diferente.
- Deb? – Ouço alguém me chamar. Interrompo meu beijo com
Diego e inclino o rosto para ver quem está atrás de Diego, me chamando.
Há muito tempo não via esse rosto, mas mesmo com as mudanças
que os anos nos trazem, eu conseguiria identificá-lo sem o menor esforço.
- Léo? – Perguntei incrédula.
Diego ficou tenso ao ouvir eu falar e se virou
imediatamente. Vi quando meu Léo o olhou de cima a baixo com curiosidade e
então se virou pra mim. Eu mais que rapidamente, os apresente.
- Di esse é o Léo, meu primo. Léo esse é o Diego, o meu... –
Eu não queria dizer para Léo o que Diego era meu, muito menos que era meu
namorado, mas Diego foi mais rápido.
- Sou o Diego, namorado da Deb.
Os dois se olharam firmemente e quando os olhos de Léo
procuraram os meus, vi escrito neles a frase que ele com certeza me faria assim
que tivesse a oportunidade de ficar a sós comigo.
“Seus pais sabem que você namora um
cara negro?”
Continua na quinta feira...



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